Aqui,
onde se suspende o universo,
Tudo muda,
lentamente e sem cor
Tudo se dissipa nas tempestades em nos.
O Mundo perde o lugar
ao acordar na manha dos teus olhos;
Cortas me o coração...
È o vazio das horas que passam sem ti,
o silencio de querer gritar o teu nome..
Aqui,
sò nos teus braços a vida começa.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Fim
Ja nao te tenho a ti
fonte dos meus olhos;
O meu corpo perde a rara vontade de viver.
A ti,
Deixo te as Noites que por nos choras te,
nas horas em que me encontravas numa morte lenta..
A ti,
Deixo te todos os sonhos
que nao chegaram a amanhecer,
as Vidas que ficaram por viver.
Deixo te as palavras
Nos poemas que te escrevi..
A ti,
Deixo te os gestos
os momentos.
A vòs...
a minha dor.
fonte dos meus olhos;
O meu corpo perde a rara vontade de viver.
A ti,
Deixo te as Noites que por nos choras te,
nas horas em que me encontravas numa morte lenta..
A ti,
Deixo te todos os sonhos
que nao chegaram a amanhecer,
as Vidas que ficaram por viver.
Deixo te as palavras
Nos poemas que te escrevi..
A ti,
Deixo te os gestos
os momentos.
A vòs...
a minha dor.
Antes
Fala me de ti,
Das lagrimas que pisaste e escondeste
Das paixoes que tiveste
E das vezes que te mataste para nao as ter..
Fala me de mim
e de como me esqueci de ti.
Fala me dos teus dedos de manha fria,
Dos teus beijos de mil palavras.
Acorda me no fogo dos teus sonhos
No mar imenso da tua Alma.
Fala me de nos,de nos,de todos nos,
e de como nunca fomos um...
Das lagrimas que pisaste e escondeste
Das paixoes que tiveste
E das vezes que te mataste para nao as ter..
Fala me de mim
e de como me esqueci de ti.
Fala me dos teus dedos de manha fria,
Dos teus beijos de mil palavras.
Acorda me no fogo dos teus sonhos
No mar imenso da tua Alma.
Fala me de nos,de nos,de todos nos,
e de como nunca fomos um...
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