Adoro Contos. Porque são Contos. Porque são curtos.
Porque não prometem ânsia ao coração acelerado, que suspira pelo desfecho da história.
Porque podem saborear-se de um só trago, como um copo de água num dia de verão cheio de sede.
Mas não saciam...quero sempre mais...será que Nataniel conheceu Clotilde?...Será que a Senhora que espera deixou de esperar?...Quero mais.
Todavia, já olhos de cão azul espreitam. E a curiosidade cresce, e Clotilde é esquecida.
Adoro Contos. Porque são Contos. Porque são curtos.
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8 comentários:
Já tinha falado no cão azul no outro poema, o que queres dizer ao certo com isso?
E o pormenor de acabar o poema da mesma maneira que começa está muito interessante.
O cão azul é do gabriel garcia marquez. =) é o livro de contos que andava a ler qd me deu para aqueles poemas escrever (olha rimou!).
Pois, sempre tive a mania de acabar como começo. LOL
"Porque não prometem ânsia ao coração acelerado, que suspira pelo desfecho da história."
Foste muito feliz nesta parte em particular:)
=) bigada, olha que eu coro. =)
Muito bem! :) vou-te 'contar' que escreveste um lindo 'conto' para que sempre possoas 'contar'. :P
Heraclita, obrigada! =)
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