
descobri a perfeição
em ti...
aquele sol
sem quase soltar
mais alguma restia de luz
beijou-me a testa
benzendo-me.
e aquela lua que surgiu
guiada pela beleza dos anjos
transformou-se num tudo
que talvez fosse nada
sorri para aquele luar prateado
que me aconchegou...
e peguei na tua mao
que me fez abrir umas asas
(quase mortas pelo tempo)
senti a pedra fria
o gelido sopro da felicidade.
as costas nuas
no granito forte!
teus braços poderosos
seguravam meu corpo
meio desfalecido,
banhado por beijos...
infinitos...
senti que era azul!
fundiste-te em mim
e apoderaste-te de uma alma
que ja era tua
salto pelo universo
sem alma.
pasesseio num tempo
mais ou menos passado
mais ou menos presente
mais ou menos futuro
7 comentários:
Também gosto deste =) encontro muitas semelhanças com uns que escrevi há muito tempo.
Este tb devia levar bolinha vermelha, ;-p, mas é muito sensual e romantico, o colchão de amar que aqui se fala. =)
Esse colchão de amar está-me a intrigar:P
Ursula, não percas essa alma nas palavras e usa-a sempre reflectida na tua poesia:)
intrigar? porque?
linda poesia, parabéns
obrigada ricardo!
sempre tiveste muito jeito pra isto =)
e nao me esqeço daqele qe m fizeste um dia, nas férias =) tava msm lindo...
Continua :p
Beijinho*
oh nao me chamem poetisa de amor! escrevo a restia de emoção e nao a emoção em si. nao quero volar a sentir, apenas recordar! um tributo nao e um poema de amopr. amar nao e transformar-se numa poetisa demasiado lamechas! amo e orgulho-mede amar. sou uma poetisa de intervensao nao uma poetisa de amor. la por cantar ao universo o que sinto, naop me julgem por isso! censura a quem aprisiona o passarinho na gaiola! obrigada
(a proposito de me chamarem lamechas, devo uma explicação a todos)
Postar um comentário